Os demais governos sul americanos, já se pronunciaram, e em maioria ignoraram o atual governo do Paraguai.
"O julgamento do presidente Lugo não condiz com as cláusulas demográticas do MERCOSUL e Unasul" disse o chanceler uruguaio, Luis Amagro. Já o governo brasileiro, apenas convocou o embaixador brasileiro do Paraguai e condenou o "rito sumário" de destituição do presidente. A troca de governo instala uma grande tensão na América do Sul, o Paraguai enfrenta ainda o risco de sanções dos organismos regionais dos quais participa, Unasul e Mercosul.
O bloco Mercosul, que o Paraguai entegra suspendeu a participação do novo governo em uma cúpula que será realizada esta semana em Mendoza, na Argentina. Em vez disso receberá Lugo para que o ex-presidente explique a situação interna do pais. A Venezuela anunciou que interromperá a venda de petróleo ao Paraguai.
Não só lideres sul amerianos se pronunciaram, a Alemanha disse que a Europa assiste com preocupação a situação do Paraguai. Os EUA anunciou que a chanceler americana, Hillary Clinton, conversou com Antônio Patriota, Ministro de Relações Exteriores do Brasil, sobre a situação do Paraguai.
O novo chanceler paraguaio, José Felix Fernández Estigarribia, disse que tentou fazer contato com os paises vizinhos, e nem sequer o diplomata responsável pela embaixada da Argentina em Assunção atendeu o telefone.
Frente isso, o ex-presidente Lugo ganha mais força, pois na sexta-feira, ele anunciou o aceito ao novo governo, mas diante dessas declarações, ele voltou e disse que não aceita o atual governo. Ele tentou recorrer a justiça a sentença de impeachment, mas o STF do Paraguai negou. Conclua-se que este golpe, trará mais "panos pra manga"
(fonte da imagem: g1.com)
Lucas Cerqueira, Alice Martins e Jéssica Gomes.
Nenhum comentário:
Postar um comentário